6 Mitos sobre EaD que Devemos Abandonar em 2019



O eLearning é uma indústria em crescimento, e o que pode ter sido feito em 2014 não é mais uma boa prática. Em 2019, estes são os 6 mitos de e-learning que podemos deixar completamente para trás.

Mito 1: Tudo deve ser divertido!

A realidade: concentre-se primeiro no valor

A maior prioridade do eLearning deve ser valor. Se o curso que você cria e implementa é super divertido, mas nada sólido para os funcionários aprenderem, então é um desperdício de tempo de todos.

Você quer o comprometimento e engajamento dos funcionários? Claro! Nada pior do que o retrocesso do funcionário depois de você ter gasto tempo e esforço planejando cuidadosamente seus programas de eLearning. Mas imagine como os funcionários reagiriam a uma aula que parece divertida no começo, mas acaba fornecendo informações recicladas que eles já conhecem sobre maneiras de resolver problemas que nem sequer estão experimentando.

Isso é um perder-perder.

Melhor enfoque no primeiro valor das suas experiências de aprendizado. Faça essa mágica ao perguntar aos funcionários o que eles querem, o que precisam e como querem aprender. Isso adicionará automaticamente valor ao seu treinamento e fará com que até os alunos mais relutantes se envolvam.

Mito 2: o eLearning é uma apresentação do PowerPoint glorificada

A realidade: bem-vindo ao século 21

Claro, as apresentações do PowerPoint costumavam ser o auge da tecnologia no início dos anos 90. Todo o currículo escolar ensinava aos executivos e instrutores o PowerPoint como uma forma de organizar e fornecer informações a grupos de pessoas de maneira gráfica e empolgante. Eles defendiam objetivos de aprendizagem com marcadores, uma progressão linear e contornos claros para manter o público atento.

Acontece que muito do que costumava fazer o PowerPoint se destacar não é tão eficaz quanto se pensava.

A ideia de objetivos de aprendizagem, por exemplo, foi desenvolvida em 1965 por Robert Gagne. No entanto, os objetivos de aprendizagem são mais sobre o que o formador pensa (em oposição ao que o formando deve aprender) e pode não ser tão eficaz quanto outros modelos de organização. Um instrutor deve usar os objetivos de aprendizagem por conta própria ao planejar o treinamento, mas eles não precisam necessariamente ser explícitos para o aluno.

E se, por exemplo, o treinamento começar com uma conversa sobre um problema relacionado a uma habilidade que você está tentando desenvolver? Imagine o nível de engajamento que você teria quando os funcionários resolvessem o problema (em oposição ao recebimento passivo de informações)? Essa discussão, seja on-line ou pessoalmente, pode servir como uma espécie de pré-teste e um alerta para os funcionários sobre o conteúdo do curso e o que eles podem esperar aprender.

A nova tecnologia de e-learning foi desenvolvida e alterada para refletir uma pesquisa melhor sobre como os adultos aprendem. E adivinha? Nem todos respondem a uma lista de objetivos e um pré-teste e avaliação final.

Mito 3: A tecnologia é o único caminho

A realidade: a tecnologia é ótima, mas nem sempre é a melhor resposta

Claro, acreditamos firmemente no poder da tecnologia para conectar e inspirar. Sabemos que os funcionários têm muito pouco tempo diário para treinamento e que o microlearning, o mLearning e outras tendências de tecnologia podem ajudá-los a obter as informações just-in-time de que precisam. No entanto, também sabemos que às vezes pode não ser.

Excelente treinamento acontece quando os desenvolvedores do curso adaptam a entrega ao tópico e à força de trabalho. Pense em um carpinteiro que recebe instruções detalhadas sobre como balançar um martelo, mas que nunca chega a bater sequer uma unha. Ou um gerente que aprende sobre o equipamento de proteção pessoal, mas nunca tenta fazê-lo sozinho. Algumas coisas são mais bem experimentadas no trabalho e na vida real.

Um bom programa de treinamento reconhece isso e se adapta ao tópico em questão.

Mito 4: somente os Millennials se beneficiam do eLearning

A realidade: o eLearning pode funcionar para todas as gerações

É uma ficção popular pensar que apenas os Millennials aproveitam o eLearning de sua empresa. Indo um passo além, alguns acreditam que o eLearning simplesmente favorece o fato de que até 2025, 75% da força de trabalho será Millennials.

Pode parecer que o amor milenar da tecnologia está usurpando as ferramentas de aprendizado das gerações anteriores, mas o que está fazendo é atualizar o sistema de entrega para tornar as informações mais acessíveis e simplificadas para todos. Não, não é o manual de treinamento de cinco libras do seu avô, mas é uma entrega abrangente e interativa que é capaz de fornecer informações e comunicações importantes sempre que você precisar para os funcionários dos Baby Boomers e da Geração Z.

Mito 5: O valor do e-learning é impossível de medir

A realidade: seus funcionários são suas próprias avaliações

Você acha que não pode medir o valor do eLearning? Digamos que o objetivo do seu curso é aumentar a produtividade dos funcionários e, ao mesmo tempo, reduzir o desperdício. Nesse caso, você pode dar uma olhada direta no desempenho de seu funcionário, medindo a melhoria ou o progresso ao longo do tempo em direção aos seus objetivos de aprendizado.

Alguns tópicos (conformidade com as regras de segurança de toda a empresa, por exemplo) são medidos com mais facilidade, enquanto outros podem exigir mais tempo e análise de dados. Isso não significa que as medições sejam ineficazes. Muito pelo contrário. Claro, um computador pode informá-lo quando um módulo é concluído ou um teste é passado, mas a medida real é o desempenho do funcionário que atende aos seus objetivos.

Mito 6: Todo mundo está fazendo isso, então devemos também

A realidade: Olhe o treinamento passado para o treinamento e pense nas oportunidades

Claro, muitas empresas adotaram o eLearning e estão obtendo resultados fantásticos. Mas é certo para a sua empresa? Seus funcionários realmente precisam de treinamento?

As chances são boas de que toda empresa tenha espaço para crescimento e melhoria. Afinal, o treinamento nada mais é do que oportunidades de aprendizagem formalizadas. Mas o treinamento por treinamento é um mau uso de tempo valioso e pode fazer mais mal do que bem.

Se você suspeitar que um programa é necessário, uma análise de necessidades de treinamento pode ajudá-lo a fornecer informações valiosas e importantes a seus funcionários. Concentre-se no que realmente importa para sua empresa e não no que todo mundo está fazendo.

IDI Instituto de Desenho Instrucional

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